Pular para o conteúdo principal

Caminhos


Caminhos representam as continuidades possíveis da experiência apresentada pelo fluxograma.

Um fluxograma pode possuir um ou mais Caminhos. Exemplo:

Quando deve existir um novo Caminho


Quando uma escolha ou desdobramento passa a seguir uma sequência própria, separada daquela em que surgiu. Exemplos:

  • Uma Condição, por via de regra, abre 2 ou mais Caminhos;
  • Um Processo que pode resultar em sucesso ou falha;
  • Uma alternativa ao Caminho principal ou de outro aspecto.

Ordem dos Caminhos


Para manter previsibilidade na leitura, siga esta hierarquia sempre que houver dois Caminhos ou mais:

  • Caminho principal acima de todos, independentemente de ser positivo, negativo ou comum, pois serve como referência para a organização dos demais;
  • Caminho positivo abaixo, se houver;
  • Caminho alternativo abaixo, se houver;
  • Caminho negativo na posição inferior, se houver.

Exemplo com sinalização macro:

Exemplo com sinalização prática:

Exemplo com sinalização prática 2:

Perceba que o alinhamento horizontal não cria, por si só, um Caminho na concepção da LINSI. Precisa ser proposital e possuir função na organização do fluxograma.

Por que ordenar assim?

Colocar um Caminho negativo acima, depois um positivo abaixo e, mais adiante, inverter, aumenta o esforço de leitura mesmo quando as Setas estão corretamente aplicadas.

Convergência


Caminhos podem voltar a se encontrar quando chegam ao mesmo ponto e passam a compartilhar a mesma continuidade, então podem ser conectados novamente e seguir como um único Caminho.

Relação entre Caminhos e Colunas


Organizam dimensões diferentes do fluxograma:

  • Caminhos representam a continuidade da experiência na leitura horizontal do fluxograma;
  • Colunas são recortes verticais que organizam as partes dessa experiência.

Aprenda sobre Colunas na próxima página.